domingo, 22 de novembro de 2009

ARTIGO: TRAÇOS PRINCIPAIS DA IGREJA ORTODOXA

TRAÇOS PRINCIPAIS DA IGREJA ORTODOXA
PATRÍCIA FOLETTO *

      A Igreja Ortodoxa crê na trindade, na natureza humana de Jesus Cristo. Ela é governada tendo Jesus Cristo como o supremo primax, que atua através do Espírito Santo através do conceito de “saborost”.

     O Império Bizantino foi o local de origem da Igreja Ortodoxa. A Igreja Ortodoxa resultou de um progressivo distanciamento da Igreja de Roma. Conflitos e interesses políticos e econômicos entre o papado e o estado Bizantino, aliados ao papa, aprofundaram as diferenças a Igreja do Oriente e a Igreja de Roma. Uma das heresias de maior impacto foi o monofisismo, que se baseia na idéia de que Cristo possuía unicamente a natureza divina em composição á teoria católica. Também iconoclastas considerado heresia, indivíduos que criticavam a idolatria ou a adoração de imagens religiosas. Os conflitos converteram-se em freqüentes ameaças ao trono imperial.

     A Igreja Ortodoxa resultou da ruptura com a Igreja de Roma. Até ocorrer o Cisma, (ano 1054) duas grandes tradições conviviam no interior do cristianismo. A Igreja Ortodoxa adota os mesmos sacramentos da Igreja Católica. Mas os rituais ortodoxos são cantados sem o acompanhamento de instrumentos.

    Os ortodoxos não admitem o conceito de infalibilidade do papas e do purgatório, também rejeitam a doutrina católica, segundo a qual Maria teria nascido sem pecado e recebido seu filho virgem. De acordo com os ortodoxos, esse dogma não faz parte da narrativa bíblica e contraria a doutrina tradicional do pecado original, que é do Adão e Eva.

    Essa doutrina está presente nas mais diversas partes do mundo. Essa é a única a interpretar e ensinar esta revelação verdadeiramente, tendo dentro de tudo, uma história, uns momentos, de maneira especial.

* Aluna da 1ª  série do Ensino Médio do Colégio Dom Hermeto (Rede Verzeri) / Três de Maio/RS
(Orientação: Prof. Alexandre José Krul)

domingo, 15 de novembro de 2009

CERB - 7ªsérie - Material de Estudo - Capítulos 20 e 21


Disciplina: História – 7ª série do E.F – 3º Trimestre/09   -   Prof. Alexandre José Krul
Material de Estudo - Capítulos 20 e 21
Livro: TELLES, Vera.  Descobrindo a História. Ática, 2005.

Cap. 20
Mudança social ocorridas na Europa entre os séculos XI e XII:
- Aumento da população

Mudança econômica ocorrida na Europa entre os séculos XI e XII:
- Aumento da produção agrícola

Consequências:
- Desmatamento.
- Drenagem de pântanos.

Aperfeiçoamento e criação de instrumentos de uso agrícola:
- Substituição do arado de madeira pelo arado de ferro;
-Aperfeiçoamento do moinho, usando a força da água para movê-lo (moinho hidráulico) e moinho movidos pelo vento.
- Invenção da Charrua (arado com várias pás);
- Invenção do Esterroador (espécie de grade para quebrar torrões de terra e nivelar o terreno).
- Invenção do Peitoral de madeira (instrumento para atrelar- engatar - o cavalo à charrua).
- Invenção da ferradura (permitiu ao cavalo caminhar em terrenos ásperos com maior facilidade).

Nova técnica de cultivo:
Rotação de culturas. A fim de não esgotar a terra, o terreno era divido em partes, numa eram plantado cereais de inverno (centeio, trigo e milhete), noutra cereais de primavera (cevada e aveia) e legumes, e a terceira parte ficava “descansando”. A cada ano era feito este manejo.

O aumento da produção agrícola gerou excedentes (sobras) e isto fez com que se desenvolvesse um aumento das trocas de produtos.
As trocas fizeram com que as feiras-livres (locais onde produtores e consumidores trocavam mercadorias) crescessem.

Maior número de pessoas foi morar ao redor das feiras, originando assim os burgos (cidades). Algumas passaram a se dedicar ao artesanato.

Surgiram as oficinas de artesanato, Corporações de Ofício e Guildas:
- Oficinas de artesanato: local onde os produtos são elaborados habilmente através de uma técnica.
- Corporações de Ofício: associações de artesãos com o intuito de protegerem suas técnicas.
- Guildas: associações de comerciantes com o intuito de defenderem seus mercados.

Cidades Medievais:
Originaram-se dos burgos, e caracterizaram-se por suas muralhas de proteção. Cresceram de maneira rápida e sem planejamento. As casas eram sem conforto e de madeira. A maioria das cidades possuía administração própria, moedas e leis.

Cap. 21
A organização das cidades medievais fez com que surgissem atritos entre a burguesia e os senhores feudais. Os burgueses buscaram aproximar-se dos reis. Os reis viram nesta aproximação uma oportunidade de ter acesso ao dinheiro da burguesia, e estes passaram a servir de árbitros entre o rei e os senhores feudais. Os senhores feudais viam no rei uma solução para reprimir as revoltas camponesas. Desempenhando o papel de autoridade sobre uma região que englobava vários feudos, o rei ganhou importância. Foi desta centralização do poder nas mãos do rei, que surgiram as Monarquias Feudais na Europa.

CERB - 6ªsérie - Correção do questionário dos Capítulos 21-23-23-25-26-27


CERB - Disciplina: História – 6ª série do E.F – 3º Trimestre/09   -   Prof. Alexandre José Krul
Material de correção do questionário dos Capítulos 21-23-23-25-26-27 
Livro: TELLES, Vera.  Descobrindo a História. Ática, 2005.

Cap. 21
- Volta da Democracia:
Após a queda de Getúlio Vargas em 1945, realizaram-se eleições para a presidência da República, na qual as pessoas puderam votar, terminando com o período da Ditadura de Vargas.

- Lema de JK (Juscelino Kubitschek):
“Cinquenta anos em cinco.” Prometia realizar durante o seu mandato o que outros presidentes só conseguiriam realizar em meio século (50 anos).

- Construção de Brasília:
JK promoveu o desenvolvimento do interior do país com a construção da nova capital no estado de Goiás, Brasília, inaugurada em 1960.

- Construções de JK:
Durante o mandato de JK, foram investidos intensamente em setores básicos da economia:
  • Setor siderúrgico: Usiminas.
  • Setor de produção e distribuição de energia: Hidrelétricas de Furnas e Três Marias.
  • Promoção da interiorização (desenvolvimento do interior do país): construção de Brasília e de 20 mil km novas estradas.
  • Implantação de indústrias automobilísticas: Mercedes-Benz e Volkswagen.

Cap. 23
- Por que Jango (João Goulart) foi deposto?
Porque ele realizou um comício na estação Central do Brasil (na cidade do Rio de Janeiro) assinando 2 decretos: um deles dizia que todas as refinarias de petróleo particulares passariam a ser propriedades do governo brasileiro, e outro, de que as terras com mais de 100 hectares que estivessem às margens ou até 10km de rodovias, ferrovias ou de açudes federais poderiam ser desapropriadas para se realizar a reforma agrária. Então, depois destes decretos a classe média da cidade de São Paulo saiu às ruas em protesto acusando o presidente Jango de “comunista”. Alguns dias depois ele foi tirado do poder (deposto) por uma Junta Militar.

Cap. 24
- Golpe de 1964:
Foi o golpe em que foi deposto o presidente João Goulart (Jango), acusado de promover o comunismo (fim do Estado), e o poder do governo foi passado para uma Junta Militar composta pelas Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica). Este foi o marco do fim do período democrático (que havia começado nas eleições de 1945).

- AI – 1 (Ato Institucional Nº 1)
Ao assumir o poder em 1964, a Junta Militar, cassou os direitos políticos e o mandatos de várias pessoas. Prendeu pessoas que eram consideradas inimigas do Estado (acusadas de comunistas) e mandou para o exílio (expulsou do país) outras.

- AI – 2 (Ato Institucional Nº 2)
Estabeleceu eleições indiretas (não seria mais o povo que escolheria seus representantes ao governo) para presidente da República e decretou que haveria somente 2 partidos políticos: a Aliança Renovadora Nacional (Arena) e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

- AI – 5 (Ato Institucional Nº 5)
O presidente voltava a ter poderes para extinguir mandatos, suspender direitos políticos e fechar temporariamente o Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado). Ou seja, foi o ato que reprimiu ainda mais as manifestações democráticas do povo brasileiro.

Cap. 25
- Milagre Econômico:
Foi o período no qual a economia brasileira alcançou significativos índices de crescimento. As circunstâncias que contribuíram para este “milagre” foram:
  • Reforma fiscal que fez com que aumentasse a arrecadação de impostos.
  • Criação do Banco Nacional de Habitação, com o objetivo de financiar a construção de casas populares.
  • Empréstimos para investimentos em indústrias.
  • Construções de estradas, pontes e hidroelétricas.
  • Facilitação de créditos para que os consumidores pudessem comprar à prazo.
  • Abertura para que empresas estrangeiras se instalassem no país.

Cap. 26
- Diretas-já:
Foi a campanha pública que iniciou a partir de 1983, promovida pelos partidos políticos, pedindo a volta das liberdades democráticas, ou seja, a volta do voto direto (no qual todas as pessoas pudessem escolher seus representantes no governo).

Cap. 27
- Constituição do país:
São as leis que regem a organização geral do país. A constituição que temos atualmente foi criada em 1988. É conhecida também como “Constituição-Cidadã”.

- Governo de Sarney
Embora a grande campanha das Diretas-Já, nas eleições de 1984 foram eleitos, de forma indireta, Tancredo Neves para presidente e José Sarney para vice, ambos representantes da Aliança Democrática (oposição aos militares). Antes de tomar posse Tancredo morreu, então Sarney assumiu a presidência entre 1985 e 1989, com o desafio de resolver o problema da inflação (desvalorização do dinheiro), concentração da grande riqueza nas mãos de poucas pessoas e a pobreza.

- Plano Real:
Foi o plano econômico que teve como objetivo terminar com a inflação e estabilizar o valor da moeda (dinheiro) do país. Em 1994 é que o dinheiro de nome Cruzeiro deixou de existir e fui substituído pelo Real, que é usado até hoje.

- Três características de FHC:
  • Privatização das empresas estatais (vendeu empresas do governo).
  • Abertura da economia para o mercado externo.
  • Reduziu gastos públicos (congelou os salários dos funcionários públicos e reduziu investimentos em programas sociais).

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Artigo: IMPÉRIO ROMANO OCIDENTAL E IMPÉRIO ROMANO ORIENTAL



IMPÉRIO ROMANO OCIDENTAL E IMPÉRIO ROMANO ORIENTAL

GEÓRGIA ELISA FILIPIN*

    Estudamos nas aulas de história o Império Romano Ocidental e o Império Bizantino, em cima deles realizamos exercícios, trabalhos e comparações.
    É muito importante destacar no Império Ocidental Romano o feudalismo. O feudalismo aconteceu quando os nobres começaram a julgarem-se donos das terras que administravam para os reis, os camponeses consideravam os nobres como o senhor local, essas são algumas das características do feudalismo, que foi um sistema de organização econômica, social e política.
    Como podemos analisar também, no Império Bizantino, a pessoa que mais poder tinha era o Imperador, ele tinha poderes ilimitados sobre os aspectos da vida social, tinha grandes poderes políticos e era uma grande autoridade religiosa. Com tantas funções ele contava com o auxílio dos burocratas. Essa concepção de poder foi responsável por numerosas conspirações contra o governo.
    Foi de extrema importância estudar esses Impérios, pois, conseguimos analisar como era a sociedade  destes povos antigos e repensar sobre a nossa. Podendo perceber que o nosso sistema é realmente diferente do deles, embora com alguns aspectos em comum, como por exemplo, a importância da agricultura e a influência da religião na nossa sociedade.


* Aluna da 1ª  série do Ensino Médio do Colégio Dom Hermeto (Rede Verzeri) / Três de Maio/RS
(Orientação: Prof. Alexandre José Krul)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O ciclo da borracha brasileira

"Escondidas na floresta amazônica, seringueiras produziam o líquido leitoso responsável por toda essa prosperidade: o látex. Ele foi a matéria-prima para que Belém se tornasse a protagonista do Ciclo da Borracha, que ocorreu entre 1840 e 1920."

Veja artigo completo:

http://historia.abril.com.br/economia/ciclo-borracha-paris-tropical-434959.shtml

Alguns links sobre a Segunda Guerra Mundial

Segue abaixo alguns links para a pesquisa de seus trabalhos sobre a Segunda Guerra Mundial:

http://www.clubedosgenerais.org/portal/index.php

http://armasdasegundaguerramundial.blogspot.com/

http://www.2guerra.com.br/sgm/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1

http://www.fanfiction.net/s/4571810/1/Batalha_em_Stalingrado


http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/segunda_guerra6.htm

http://www.t2w.com.br/pagina.php?tipo=batalhas&cod=19

http://www.lainsignia.org/2005/mayo/cul_019.htm

http://www.youtube.com/watch?v=PUE6bBNt0NA

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/diad.htm

http://diad.no.sapo.pt/

http://umbrasileironodiad.blogger.com.br/

http://veja.abril.com.br/especiais_online/segunda_guerra/edicao007/capa.shtml

http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/a-segunda-guerra-mundial.htm

http://www.eb23-diogo-cao.rcts.pt/Trabalhos/nonio/xx/holoc/holoc.htm

domingo, 8 de novembro de 2009

CERB - 6ª série E.F. - Material de correção e estudo para o Teste 2


Disciplina: História    Prof. Alexandre José Krul
Material de correção e estudo para o Teste 2 – 6ª série do E.F – 3º Trimestre/09



Capítulo 15
Por que a produção do café aumentou no século XIX?(p. 145 e 146 do livro)
O café ganhou maior espaço no mercado internacional (principalmente Europa e Estados Unidos da América), ou seja, a produção aumentou em vista do aumento das exportações. Entusiasmados com as vendas os cafeicultores começaram a plantar mais café, como resultado a produção aumentou descontroladamente.

Por que o café entrou em crise?(p. 146 do livro)
Em 1906, pela primeira vez o comércio do café entrou em crise pelo motivo de que a produção era maior do que o consumo. Houve um crescimento descontrolado das lavouras de café.

Como os fazendeiros resolveram a crise do comércio do café, de 1906? (p. 146 do livro)
Por isto que os fazendeiros reuniram-se na cidade de Taubaté e firmaram um acordo com os governos estaduais e federal, no qual ficava estabelecido que estes deveriam comprar o café que não fosse vendido para o exterior.

Como ocorreu o início da industrialização do Brasil? (p.147 do livro)
O principal investimento nas indústrias vinha dos lucros obtidos com a venda do café. Os Estados e o governo federal financiaram, nem incentivavam o investimento em indústrias por 2 principais motivos: pensavam que o país nunca deixaria a condição de ser essencialmente agrícola, e pelo fato do próprio governo ser formado por representante dos latifundiários produtores de café, que apenas queriam lucrar vendendo café.
Um dos motivos que levou ao maior investimento nas indústrias foi a política denominada de Encilhamento, realizada por Rui Barbosa, quando Floriano Peixoto era o presidente do Brasil. Mas foi somente no período de 1914 a 1918 que houve um maior crescimento devido à queda da produção industrial da Europa que estava envolvida na Primeira Guerra Mundial.

Pergunta necessária para entender a anterior -> O que foi o Encilhamento? (p. 136 do livro)
A política financeira de Rui Barbosa que permitiu com que alguns bancos emitissem dinheiro. A ideia era aumentar a quantidade de dinheiro em circulação para financiar as indústrias e expandir a economia brasileira.

Capítulo 16
Qual a realidade de vida da população nordestina no começo do século XX? (p. 154 do livro)

Nos sertões do Nordeste vivia uma população extremamente pobre, devido à fome e à miséria agravadas pelas secas frequentes. Além do mais esta região carecia de padres, o que aumentava o desespero espiritual da maioria católica.
(lembre-se que a religião católica era a religião oficial do Brasil naquele tempo)

Quem foi Antônio Conselheiro? (p. 154 do livro)
Estava entre um dos poucos que sabiam ler e escrever, pois tinha sido escrivão e advogado no Ceará. Chegou à Bahia, e por motivos pessoais acabou abandonando a profissão e se dedicando a divulgação do Evangelho entre os sertanejos, além de dar conselhos as pessoas que sofriam pela miséria material e espiritual.

O que foi a Revolta de Canudos? (p. 155-156-157 do livro)
Aconteceu porque Conselheiro criticava a Igreja Católica e a República, principalmente o fim do regime do padroado (separação da igreja e do estado), o casamento civil (não era mais necessário casar na Igreja) e o abuso da cobrança de impostos. Então ocorreu o confronto entre as tropas legalistas (da república) e os residentes de Canudos.  Depois de várias incursões as forças da república venceram e exterminaram Canudos.


Capítulo 17
O que foi a Coluna Prestes? (p. 167-168 do livro)
Foi a união de vários soldados e oficiais (principalmente tenentes) que se reuniram e realizaram um marcha de 25 mil km pelo interior do país manifestando-se contra a detenção do poder político nas mãos dos ricos cafeicultores.

O que foi a Semana da Arte Moderna de 1922? (p. 170-171 do livro)
Foi um conjunto de eventos promovidos por escritores e artistas que manifestaram através da arte os descontentamentos com as elites dominantes. Criticaram a arte conservadora de visão estreita (sem muita visão de mundo; fechada em si mesmo).

Capítulo 18

Por que aconteceu o colapso da agricultura em 1929? (p. 174 do livro)
Com a crise da economia norte-americana (as empresas faliram e houve desemprego), as exportações de café brasileiro diminuíram, houve muita oferta para pouca procura e os preços caíram.

O que foi a Revolta de 1930? (p. 175-176 do livro)
Apesar da grande campanha realizada para as eleições de 1930, pelo partido político denominado Aliança Liberal (que tinha como candidato para presidente Getúlio Vargas – gaúcho – e João Pessoa – paraibano), estes não conseguiram vencer o partido dos cafeicultores paulistas. Neste mesmo ano o assassinato de João Pessoa fez com que as pessoas que apoiavam Vargas e também militares (ligados a Coluna Prestes) derrubasse o presidente e entregassem o poder a Vargas.

Capítulo 19

Quem foram os interventores?
Foram os militares que Vargas pôs como governadores dos estados.

O que foi a Revolta Constitucionalista? (p. 184 do livro)
Foi a revolta dos cafeicultores que reclamavam por terem perdido o poder político e exigiam que Vargas fizesse uma nova Constituição (conjunto de leis) para o país.

O que foi o plano Cohen? (p. 190 do livro)
Foi o nome do golpe dado por Vargas para permanecer no poder no final do seu mandato em 1937. Foi inventada uma estória com ajuda de alguns militares de que os comunistas tomariam o poder do Brasil.

Capítulo 20

O que foi o mito “pai dos pobres”? (p. 193 do livro)
Foi o apelido dado a Vargas depois que este criou as leis trabalhistas e ajudou o povo brasileiro.

O que significa a sigla DIP? (p. 193 do livro)

Departamento de Impressa e Propaganda. Foi criado por Vargas para controlar as propagandas do país e fazer propagandas que falassem bem do governo.

Cite o nome de 4 empresas estatais (do governo) criadas por Vargas durante o período do Estado Novo:

Companhia Siderúrgica Nacional, Companhia Vale do Rio Doce, Fábrica Nacional de Motores e a Hidrelétrica do São Francisco.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Globalização entendida pelos norte-americanos.

A Globalização entendida pelos norte-americanos.
Conforme comentei em algumas aulas, aí está a imagem.


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Século XX, começa a “era dos eletrodomésticos”

Século XX, começa a “era dos eletrodomésticos”.

Baixar a apresentação Power Point - Baixar

Trabalho apresentado na disciplina de História, pelas alunas Mariéli e Isabele da 6ªsérie do Colégio Evangélico Rui Barbosa (CERB), de Giruá/RS.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

3º Ano - Dom Hermeto - Aula do dia 27/10

3º Ano - Dom Hermeto - Aula do dia 27/10 - Cap. 86 - Revoltas Tenentistas - Governo provisório e governo constitucional de Vargas.


Instabilidade:
Década de 20 do século XX – instabilidade política
Por quê?
As oligarquias paulistas e mineiras se revezavam no poder desde 1894 (situação que perdurou até 1930).
A classe média e o proletariado que vinha crescendo no país, desde o aumento da industrialização brasileira, principalmente a partir do período da Primeira Guerra Mundial, não participava da vida política, ou melhor, não tinha vez. A partir da década de 1920 os jovens oficiais (tenentes e capitães) exigiam o fim da corrupção, do clientelismo e da dominação das oligarquias (ver Cap. 77).
Foi no governo de Artur Bernardes (1922-1926) que aconteceram agitações e revoltas do movimento dos tenentes (O tenentismo), com a ideologia de “salvadores da pátria” e afirmando que a população era “despreparada e inculta” para governar.

As revoltas tenentistas
- 18 do Forte: Em 1922 o jornal carioca “Correio da Manhã” recebeu cartas ofensivas ao exército e ao marechal Hermes da Fonseca, com assinatura de Artur Bernardes (depois foi descoberto que eram cartas falsificada).
O Clube Militar (órgão representativo dos oficiais do exército) organizaram uma oposição a Bernardes, e este mandou fechar o Clube. A guarnição do forte de Copacabana (RJ) revoltou-se e pedia a renúncia de Bernardes, ameaçando bombardear a cidade. Tropas do exército a serviço do governo cercaram o Forte e fez com que os amotinados se rendessem, porém 18 oficiais (segundo os jornais da época) saíram marchando na praia enfrentando as tropas legalistas (do governo [poder legal]), neste confronto somente 2 sobreviveram.

- Coluna Prestes: Em 1924 eclodiram rebeliões tenentistas em vários pontos do país, chamando atenção principalmente SP e RS.
Os tenentes paulistas tomaram a cidade de São Paulo durante 23 dias, mas foram obrigados a fugir quando as tropas legalistas bombardearam os quartéis. Os revoltosos se dirigiram para Foz do Iguaçu.
Os tenentes gaúchos se sublevaram nos quartéis de Santo Ângelo, São Borja, Uruguaiana e Alegrete. Sob pressão das tropas legalistas, os revoltosos se reuniram em São Luiz Gonzaga, sob a liderança de Luís Carlos Prestes, e marcharam rumo a Foz do Iguaçu, onde se juntaram aos tenentes paulistas. Em 1925 estava formada a Coluna Prestes que percorreu 25mil Km pelo interior do Brasil lutando contra tropas legalistas e promovendo a crítica à Bernardes e pedindo sua renúncia.

Crise do Café
Na década de 1920 o principal lucro do Brasil provinha do café. Em 1926 o Brasil produzia 3 de cada 5 sacas de café consumidos no mundo. Os altos preços estimulavam a produção, ao mesmo tempo que geravam superprodução. Com a quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque em 1929, as exportações diminuíram , o preço caiu, o crédito externo foi suspenso e as dívidas externas deveriam ser pagas. Os produtores pediram ajuda a Washington Luís, mas este negou, e passou a sofre oposição.

Revolução de 1930
Do desentendimento entre paulistas e mineiros na indicação de um candidato a presidência, é que surgiu a ruptura da política Café-com-Leite. Os mineiros se aliaram aos paraibanos e ao gaúchos, e também ao Partido Democrático de São Paulo, que formaram a Aliança Liberal (AL), recebendo forte apoio da classe média e dos tenentes, e lançaram o gaúcho Getúlio Vargas à presidente e o paraibano João Pessoa (vice).
Em 1930 Luís Carlos Prestes rompeu com os tenentistas e se aproximou ao Partido Comunistas.
Nas eleições fraudulentas o candidato paulista (Júlio Prestes) foi eleito presidente, o que gerou revolta dos tenentes.
Em 1930 João Pessoa foi assassinado.
Indignados com os acontecimentos (derrota e assassinato) estoura uma revolta que derruba Washington Luís e entrega a presidência à Vargas (governo provisório).


Revolução Constitucionalista ( Revolução de 1932)

Vargas dissolveu o Congresso nacional e as Assembleias estaduais, suspendeu a Constituição. Nomeou interventores tenentes para governarem as províncias. Os fazendeiros paulistas, descontentes com o governo, reivindicavam a elaboração de uma nova Constituição e realização uma revolta, que foi sufocada pelos legalistas.
Em 1934 foi promulgada a nova Constituição do Brasil e elegeram Vargas para presidente com cargo de 4 anos (governo constitucional).

Intentona Comunista

Contexto: Enquanto o Brasil dava um passo democrático (com a nova constituição) o fascismo, o stalinismo e o nazismo ganhavam força na Europa e contribuíam para a crise democrática. Surgiu no Brasil o grupo dos integralistas (AIB – Ação Integralista Brasileira) de caráter fascista, e o grupo dos aliancistas (ANL – Aliança Nacional Libertadora) formado por socialistas, comunistas e tenentistas. O que foi? Em 1935 o governo ordenou o fechamento da ANL, então houve revolta em quartéis de Natal, Recife e Rio de Janeiro sob a liderança de Luís Carlos Prestes, pretendendo instalar um governo revolucionário. As tropas legalistas sufocaram o movimento. A partir daí Vargas passou a repreender qualquer suspeito de conspirar contra o governo.